Eu aproveito o domingo (28) para opinar, sobre o limite imposto pela CBF de treinadores no Campeonato Brasileiro. Achei ótimo, e até demorou para isso acontecer. Chega dessa farra de demissões e falta de planejamento e responsabilidade de quem contrata.
Entendo que presidente de clube deveria ser remunerado, mas também ser responsabilizado por má gestão. O dinheiro que ele emprega mal não é dele e sim do clube. E, quando o presidente deixa o cargo, o rombo fica. Não, ele deveria pagar pelo estrago, porém não paga.
E como gastam com comissões técnicas não? Geninho, no Avaí, ganhava R$ 120 mil/mês. Levou R$ 700 mil na rescisão. Isso que era amigo do presidente.
Elano e Luciano Sorriso, que não se bicavam, também deixaram uma boa “herança” para o já combalido cofre do Figueirense. E quem arcou com o prejuízo? O Clube.
Um treinador quando é contratado traz mais dois ou três profissionais de sua confiança. Os profissionais da base já sabem que ali não terão grandes oportunidades. E os jogadores do clube anterior que vêm com o novo treinador? Daí a conta final será bem mais salgada.
Não duvido que a maioria dos clubes em 2021 vai terminar com gente da casa, os mesmos que deveriam ser vistos com outros olhos, porque se não possuem capacidade nem deveriam estar ali.
O que mais revolta é que os treinadores “medalhões” contratados não farão muito melhor que o pessoal da base, os sofridos, que dão duro no dia a dia, que revelam jogadores, que conhecem o clube por completo.
Parabéns, CBF, vamos colocando pouco a pouco os pingos nos is!













