Petição foi feita por advogados constituídos pelo Figueirense, com escritório no Rio de Janeiro, junto a Vara Regional de Recuperações Judiciais, Falências e Concordatas da Comarca de Florianópolis.
O pedido é para suspensão da exigibilidade de “todos e quaisquer créditos trabalhistas e quirografários”. Clube se compromete, se tiver sucesso no pedido formulado hoje, a negociar com os credores, porém tem que ter a concordância (oficial e por escrito) dos mesmos.
A causa tem o valor de R$ 100 mil e foi dada entrada por dois escritórios diferentes, Galdino & Coelho e Teixeira, Prima Butler, do Rio de Janeiro, que trabalharam em parceria. Os advogados principais são Luiz Roberto Ayoub e Filipe Guimarães.
Trata-se de uma medida tutelar cautelar, com risco de dano irreparável.
No documento, os advogados informam ao juiz a dívida estimada em R$ 165 milhões e que atualmente a folha de pagamentos do Figueirense FC (Associação) é de R$ 150 mil e do Figueirense Ltda de R$ 60 mil.
O juiz é informado sobre a parceria feita com a Elephant, citando como desastrosa e nociva ao clube, que aliada a pandemia, se consiste em uma “bomba relógio”, alertando que o Figueirense “não será capaz de continuar a operação-futebol, sendo obrigado a abandonar campeonatos em curso”. E acrescenta: “Nem mesmo os rivais serão beneficiados pelo ocaso, porque é justamente pela (e por causa da) rivalidade que clubes de futebol se retroalimentam e se beneficiam mutuamente”.
Fonte: Agência de Notícias Mix Mídia Foto: Rodrigo Polidoro/Mix Mídia













