Em entrevista exclusiva ao Portal Engeplus, Jaime Dal Farra disse que precisa descansar, “porque perdi 15 anos de vida nestes cinco anos”, em referência ao período como presidente do Criciúma.
O ainda mandatário do Tigre (ele deixa o cargo em dezembro) comentou que não merecia ser destratado tantas vezes como foi pela torcida carvoeira e nem abandonado pela classe empresarial da cidade.
“Espero que venha alguém (competente), tem gente com muito dinheiro, mas dinheiro não resolve. Dinheiro não faltou”, argumentou Dal Farra.
O presidente ainda relembrou de alguns acontecimentos que culminaram na queda para a série C do Brasileiro: “Era para o time subir (em 2019). Botei R$ 5 milhões do meu bolso para subir. E caiu. O time que caiu foi do Gilson Kleina e do “seu Maringá”. Falam que eu sou o bandido, mas paguei uma fortuna para trazê-los. Sou o responsável, por isso a minha carta (de renúncia). Vou sair”, disse.
A permanência do treinador Roberto Cavalo, além da atual estrutura do departamento de futebol profissional, segue uma incógnita, porque ainda é possível que o rompimento com Dal Farra seja antecipado e não somente em dezembro. Dal Farra disse que abre mão de ficar até dezembro, caso apareça algum candidato de forma imediata.













