As fotos – atualizadas – enviadas pelo radialista Rafael Araldi confirmam que o Estádio Camilo Mussi, do Almirante Barroso, de Itajaí, ainda não sofreu melhorias para o Catarinense 2017.
É importante deixar claro que o time de Itajaí está na elite do futebol catarinense com méritos, mas precisa diferenciar Segunda Divisão da série A do futebol catarinense.
São apenas 4 ou 5 cabines para a imprensa, ocupadas, originalmente, por duas emissoras de rádio de Itajaí e por emissoras de TV.
O espaço para o torcedor visitante é minúsculo. Como receber torcedores da dupla da capital, Joinville, Criciúma e Chapecoense? Em um espaço para 500 pessoas? Não, né.
O que pretendo, com esse segundo alerta, é prevenir problemas e fazer com que o Almirante Barroso cumpra bem a sua participação na elite. E antes que alguém pense que aqui é perseguição contra a cidade ou clube, já antecipo que não. Apenas penso que futebol profissional deve ser tratado como tal.
E as marcações do gramado? nada contra a grama sintética, apesar de que Atlético PR e Almirante Barroso fazem uso desse “privilégio”. A maioria esmagadora treina e joga em gramado natural.
Não se pode permitir uma partida de futebol profissional com essa várzea de marcações em um grande para futebol da nosso elite.
Sei que o estádio do Guarani de Palhoça também tinha vários problemas e foi liberado, mas esse exemplo ruim não pode servir como argumento.
Espero que a FCF interceda e que possamos ter o Almirante Barroso disputando uma competição em alto nível dentro, mas também fora das quatro linhas.
Fotos de Rafael Araldi












