Depois da Band FM e Guararema, chegou a vez da Regional FM encerrar seu ciclo no futebol profissional.
Acordamos nesta segunda-feira com essa notícia, ruim sob todos os aspectos, não apenas para os torcedores que ainda amam ouvir as rádios, mas também para os clubes da capital.
Além disso, são mais profissionais desempregados no mercado de trabalho. Mas, o que estaria acontecendo?
Culpar a crise seria esconder a própria incompetência dos contatos comerciais e, principalmente, dos donos de emissoras de rádio e TV.
Faz muito tempo que estou desconfiado de que esse é um jogo de cartas marcadas. Eles, os donos, acertam tudo nos bastidores. Você tira esse programa ou projeto do ar que nós tiramos esse e aquele. Não resta pensar em outra composição.
A Band FM demitiu a maioria dos funcionários do departamento de esportes e deixou de transmitir futebol. Meses depois, a Regional FM faz o mesmo. A Guararema, idem
A RBS tira do ar o RBS Esporte, que era muito bom, meses depois a RIC acaba com um dos seus carros-chefes, o Clube da Bola, único programa realmente estadualizado.
Eu garanto pra vcs que incompetência minha não foi e nem da equipe que trabalhava comigo. E que fique claro que eu não sou contato comercial. Eu não tenho que trazer dinheiro pra emissora tendo que visitar clientes. Isso é com a empresa.
E mente quem diz que não há audiência. Futebol sempre dará audiência. basta ter uma boa equipe de vendas.
Portanto, entendo que se verifique essa “máfia” que se formou, porque eles decidem o que bem entendem na calada da noite, fazem acertos, e quem paga são os profissionais, o público e os clubes que perdem bons espaços.
Eu acho tudo isso muito estranho, ainda mais em uma capital de estado. Gostaria muito que o Ministério Público fiscalizasse, em nome da sociedade catarinense, da nossa História, já que emissoras de rádio e TV são concessões públicas.












