Logo de imediato, William nem deixou que a Venezuela pensasse o jogo. 1 a 0, Brasil, com menos de um minuto de bola rolando. Mas, antes do gol, quem surpreendeu mesmo foi o Dunga, sacando o goleiro Jefferson e escalando o “terceiro” goleiro, Alysson, lembrando que Marcelo Grohe tinha sido desconvocado por lesão. E Alysson foi muito bem na partida, assim como William e Filipe Luis, lateral catarinense que desbancou Marcelo. O Brasil teve atitude a partida inteira, abriu 2 a 0, novamente com William, mas levou um susto ao sofrer um gol da Venezuela. Porém, para evitar surpresas desagradáveis, Ricardo Oliveira (foto/Rafael Ribeiro/CBF) fez o 3 a 1, depois de uma jogada bem tramada. As mudanças feitas pelo Dunga surtiram efeito, porque foi uma seleção mais solta, aguerrida, querendo jogo, e deixando de pensar apenas somente em se defender. Tivemos falhas defensivas inadmissíveis, além da falta de criatividade de alguns, como Daniel Alves, que vai se defender alegando que Filipe Luis era mais afoito e buscava o ataque, e por isso ele teria que ficar mais resguardando o setor defensivo. Foi um bom jogo, Brasil 3 a 1. Em novembro, com o retorno de Neymar, enfrentaremos a Argentina, dia 13, em Buenos Aires, e depois será a vez de recebermos a seleção do Peru, dia 17, em Salvador.
Brasil: Alisson, Daniel Alves, Miranda, Marquinhos e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Elias, Oscar (Lucas Lima), Willian e Douglas Costa (Kaká); Ricardo Oliveira (Hulk).
Público/renda: 38.970 pagantes/Renda: R$ 2.722.220,00












