Sou do tempo em que os artilheiros, o verdadeiro artilheiro nato, alcançavam a marca entre 15 a 25 gols em apenas um campeonato. Bruno Rangel, que marcou 31 gols pela Chapecoense na série B de 2013, foi uma grata e rara exceção nos últimos anos. Hoje se faz festa quando se aproxima ou alcança 10 gols como é o caso do santista Ricardo Oliveira, 9 gols, na atual série A. Lucas Pratto e Alexandro Pato, ambos com 7 gols cada, estão logo atrás. Estamos falando de atacantes natos e até posso citar novamente Bruno Rangel (5 gols) e Kempes, do Jec, com 4 gols, os nossos melhores artilheiros até aqui na série A 2015. mais dois atacantes natos. Observando a tabela de “artilheiros” desta série A, ainda aparecem os alvinegros Thiago Santana e Marquinhos (foto) com 3 gols e mais Ânderson Lopes e André Lima, do Avaí, cada um com 3 gols. São, se você internauta percebeu, todos atacantes natos. Logo, o título acima valoriza e faz menção ao zagueiro alvinegro Marquinhos, capitão do Figueirense, único fora dos que realmente têm a obrigação de balançar a rede adversária. Foto: carlos Amorim/Arquivo












