Após a goleada para o Náutico nos Aflitos, 4 a 0, a delegação do Figueirense retornou para Florianópolis e no desembarque no Floripa Airport quem conversou com a imprensa foi o dirigente Marco Aurélio Cunha, que á cara da gestão, ele digno representante da SAF, muito mais que o CEO Enrico Ambrogini.
Entre as declarações do poderoso MAC, separei alguns tópicos:
- O projeto é igual. As questões financeiras estão em primeiro plano. A equipe que montamos é frágil em relação ao que dispomos de valores, mas iremos melhorar nos próximos anos.
- A gente quer levantar a moral dos atletas. Confiamos no Burse, na forma como ele dirige a equipe, não sentamos em cima do projeto, fizemos várias reuniões, e vamos projetar o futuro do clube.
- Temos o transfer ban, mas esqueçam contratações para agara. Vamos tentar remover essa punição.
- Contra Tombense e Londrina precisamos dar o máximo. É a nossa missão. Temos que superar e não adiantar ficarmos contando histórias.
A torcida do Figueirense acreditou que a SAF viria com força, com grandes investimentos, mas na prática isso não aconteceu e estão investindo pouco e pagando algumas contas com dinheiro do próprio clube e , principalmente, da arrecadação dos sócios.
O que aguarda o Figueirense em um futuro próximo é amargar mais uma temporada na Série C do Brasileiro. A classificação para a próxima fase da competição que está em andamento, se acontecer, já será uma surpresa geral.
Foto: Eduardo Pauli/FFC













