Pelé nos deixou neste 29/12/2022. Lutava contra um câncer no cólon e resistiu bravamente por 1 ano, mas também sofreu muito com as sessões de quimioterapia. O mundo inteiro lamenta a morte do Rei Pelé.
Jogo em Floripa
Pelé veio com o Santos para um amistoso diante do Avaí, em 15 de agosto de 1972. Ele tinha sido campeão do mundo (novamente) em 1970, no México, o nosso tricampeonato. O estádio Adolfo Konder estava abarrotado de torcedores. Quem trouxe o Santos, e com Pelé, foi Gito Daux, então presidente do Avaí.
O Santos venceu por 2 a 1, gols de Alcindo (2) e Lica para o Leão da Ilha. Pelé travou um duelo especial com Rubão, o folclórico goleiro azurra, ídolo dos avaianos. “Eu disse que ele não iria fazer gol em mim”, brincava Rubão sempre quando era perguntado sobre o jogo contra o Rei Pelé.
Eu estava naquele jogo histórico, levado por meu pai Dakir Polidoro, vereador da capital catarinense, e inclusive na hora da homenagem com a entrega de uma placa ao Pelé, antes do amistoso começar, no centro do campo, ter o privilégio de ver Pelé ao vivo e ainda (segundo meu pai) ser acariciado por ele na minha cabeça, o que me deixou muito feliz. Em 2013, publiquei o livro Um Jogo Inesquecível, justamente sobre aquela partida na pacata Florianópolis.
Como falou Oberdan Vilain, outro catarinense, quando perguntaram qual nome seria dado ao filme sobre Pelé, Oberdan disse: Pelé Eterno. E assim será, para todo o sempre. Etterno!
Foto: Arquivo Pessoal/Polidoro Júnior













