Proposta voltadas para a defesa dos direitos de meninos e meninas é aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, na segunda-feira (26.10), em Nova York, a observação da trégua Olímpica durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e a resolução “Esporte para o Desenvolvimento e a Paz: Construindo um Mundo mais Pacífico e Melhor por meio do Esporte e do Ideal Olímpico”, patrocinada por 180 dos 193 países da ONU. Como contribuição à trégua Olímpica, a proposta do Comitê Organizador Rio 2016 é defender os direitos das crianças, com ações que foquem na proteção e na educação de meninos e meninas em todo o mundo.
Educação como legado
O presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, destacou em sua fala a eleição da cidade brasileira como sede Olímpica em 2009, “abrindo portas de uma nova região para o movimento Olímpico”. Falou também da inspiração do esporte, “que pode ajudar na solidariedade entre os povos, na educação, na inclusão social, no entendimento e na paz” para a construção de uma sociedade mais justa.
Para Nuzman, os Jogos Olímpicos levarão a um legado tangível, com programas de educação para a cidade e o país, como frisou, destacando ainda o transporte e a mobilidade urbana. “Promover a transformação pelo esporte não é mais um sonho”, disse.
Já para Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), “a ONU e o COI estão unidos quanto aos ideais de tolerância, solidariedade e paz”. Ele assinalou que “o esporte é uma maneira única de colocar a trégua em termos práticos”.
Foto: Andrew Renneisen/Getty Images Fonte: Rio 2016












